Programa Indústria Solar abre inscrições para colaboradores

Inscrições para Programa Indústria Solar tem início nesta  segunda-feira, dia 20 de novembro, através do site.

O Indústria Solar tem o potencial de ser a maior ação de popularização da energia solar já realizada no Brasil. Foto: Divulgação

Os mais de 40 mil colaboradores da FIESC, ENGIE, WEG, SESI-SC, SENAI-SC, IEL e CELESC interessados em adquirir sistemas de geração de energia solar para suas residências com condições facilitadas poderão se inscrever no Programa Indústria Solar a partir desta segunda-feira (20) pelo site.

O Programa está dividido em fases, sendo que a primeira consiste de um projeto piloto que ofertará sistemas fotovoltaicos residenciais com de preços especiais e taxas de financiamento atrativas para os colaboradores das instituições parceiras. Em 2018, tais facilidades serão estendidas aos colaboradores de outros segmentos empresariais catarinenses bem como às próprias indústrias.

“A iniciativa trará muitos benefícios para a nossa indústria, como maior sustentabilidade e proteção às altas no preço da energia. Temos que salientar também a importância da parceria estratégia entre a FIESC, ENGIE e WEG, que junto com os apoiadores CELESC, BRDE e CECRED, tornou possível o programa”, afirmou Glauco José Corte, presidente da FIESC.

O Indústria Solar tem o potencial de ser a maior ação de popularização da energia solar já realizada no Brasil. O país conta atualmente com apenas 17 mil sistemas fotovoltaicos em operação, sendo 1.174 em Santa Catarina.

Como funciona a tecnologia

Um sistema fotovoltaico gera energia elétrica por meio da radiação solar. Normalmente instalado nos telhados, o sistema é a tecnologia mais disseminada no planeta para a microgeração distribuída de energia limpa e renovável.

As residências e empresas que possuem esses sistemas produzem a própria energia que consomem, sendo que qualquer excedente é jogado na rede elétrica e se transforma em créditos junto à Distribuidora. Esses créditos, que possuem uma validade de cinco anos, são utilizados nos momentos em que a unidade estiver consumindo mais energia do que gerando, como dias de chuva ou à noite.

Fonte: economia sc